Pregando sob a unção do Espírito Santo - Estudos Bíblicos

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Pregando sob a unção do Espírito Santo

Evangelismo e Missões
Pregando sob a unção do Espírito Santo
Atos 2:37-47

Os pastores que "fizeram" as Igrejas no Brasil foram aqueles mais simples, que dependiam unicamente da Unção do Santo Espírito de Deus. Longe dos holofotes da mídia, bem como das renomadas Escolas Teológicas, eles desbravaram, não somente as partes interioranas da nossa nação, mas, também os grandes centros, até as capitais dos estados brasileiros.
 
Eles não dependeram de dinheiro do estado e nem de quaisquer outras instituições públicas e nem de políticos particularmente. Os recursos para construírem os templos que ainda hoje perduram, e para seus próprios sustentos vinham tão somente da contribuição dos irmãos, pessoas simples, lavradoras, lavadeiras de roupas, empregados na lavoura, diaristas ou autônomos formais ou informais.
 
Diferente dos dias atuais, de forma alguma os crentes se conformavam em reter o dízimo do pouquinho que ganhavam. Cada um tinha como sua a responsabilidade de pregar o evangelho e sobretudo de contribuir para o crescimento da Igreja do Senhor Jesus. Nos dias atuais, pessoas que nunca ganharam sequer, uma alma para Jesus, aprendem com grande desenvoltura a pregar contra a contribuição do dízimo para a obra de Deus na terra. Pessoas que nasceram no meio da corrupção. Somente conhecem o lado podre das instituições religiosas. Pessoas que não tiveram a menor experiência com Deus, e com suas mentes entenebrecidas, sequer para isto se interessam.
 
Os maiores contribuintes sempre foram aqueles que tinham como renda, o dinheirinho que com grandes dificuldades ganhavam trabalhando na roça, longe de equiparar-se com o salário mínimo dos que trabalhavam na cidade.
 
Essas contribuições sempre foram de forma voluntária e nunca sobre pressão de ninguém, a não ser a do próprio Senhor da Igreja, Jesus, que impulsionava os novos convertidos mesmo antes de se batizarem a procurarem a tesouraria da Igreja, manifestando seu desejo em levar a obra avante.
 
CONCLUSÃO

Nesses tempos, a Igreja ainda vivia sob os resquícios da Igreja Primitiva, conforme Atos 2:37-47; 4:31; 4:34; 5:12. O evangelho, puro e genuíno, sem culto de libertação, sem dificuldades de andar longe para oração, sem ser preciso de mandar dinheiro para um aqui e para outro ali. Quando os crentes nem conheciam televisão. Ao se convertiam, Deus fazia uma limpeza geral na casa de cada um. Principalmente daqueles que assim como nossa família, nascemos e morávamos na roça, em lugares de difícil acesso para tudo. Havia na década de 1950/1960, uma pestilência de Escabiose (ou Sarna), sarampo, cobreiro, disenteria, Pertússis (ou coqueluche), pediculose (ou  infestação de piolhos), percevejo, pulga,  bicho-de-pé, infestação de ratos, infestação de aranhas caranguejeiras, infestação de vermes, quebrante, mau olhado, espinhela caída, e não muito raro: mal de simioto (ou doença de macaco) entre outras. Com a presença dessas pragas, era constante a presença de benzedores nas casas.

Mediante a aceitação a Cristo, esses males desapareciam todos, e foi assim que aconteceu em nossa casa. Tudo para honra e glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Cumprindo inclusive a Palavra de Deus em nossas vidas, em Salmo 103:3; João 15:3; Lucas 10:16:24; Efésios 5:26 o efeito da Palavra de Deus num todo, enfim.  
 
 
Pr. Jorge Albertacci
 
 
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