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Coletânea de Estudos Bíblicos

Estudos Bíblicos III
Coletânea de Estudos Bíblico


SUAS ORAÇÕES FICAM SEM RESPOSTAS?
Tiago 4:2-3

Cobiçais, e nada tendes; matais, e sois invejosos, e nada podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque não pedis. Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. A Bíblia diz que muitas vezes não recebemos bênçãos porque não pedimos e outras porque pedimos por motivos errados. Devemos pedir sem egoísmo, mas pedir coisas que sejam para a glória de Deus, e sempre reconhecendo que a palavra final é Sua e que somente Ele é quem sabe o que é melhor para nós.  Só que Ele não tem nada para vender e nem para barganhar com ninguém. Até que, tinha preço sim, só que ninguém conseguiria pagar – foi quando por Sua misericórdia deu Seu Filho Jesus por todos nós.  Nossa obrigação é tão somente, cumprir com o que Ele confiou a cada um de nós como mordomo.

Pr. Jorge Albertacci
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PNEUMATOLOGIA, UMA MATÉRIA QUE TODOS OS SANTOS DEVEM CONHECÊ-LA
João 14:16-17, 25-27

16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre, 17 o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós. 18 Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós. 25 Tenho-vos dito isso, estando convosco. 26 Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. 27 Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.
 
 
A pneumatologia bíblica é, indiscutivelmente, uma matéria de suma importância para a Igreja de Cristo na terra. É a doutrina do Espírito Santo, a terceira Pessoa da Trindade. A única fonte de informação sobre o Espírito Santo é a Bíblia, por isso, tudo quanto ensinamos acerca das ações do Espírito tem sua base na Palavra de Deus. A Bíblia é a nossa autoridade única sobre a personalidade e a divindade do Espírito. Do primeiro capítulo de Gênesis ao último capítulo de Apocalipse, o Espírito está presente. O conhecimento dessa doutrina não se restringe ao Antigo Testamento. No Novo Testamento, o Senhor Jesus Cristo deixou muitos ensinamentos acerca do Espírito Santo sem o qual a Igreja não sobrevive às avalanches hostis dos dias que precedem à volta do nosso Salvador para o arrebatamento.

Pr. Jorge Albertacci
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SE HOJE OUVIRDES

“E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é Ele quem segundo Deus intercede pelos santos” (Rm 8:27).  
Deus enviou o Espírito Santo para que este efetue a obra de regeneração na vida do pecador, e opere a santificação na vida do crente.  O Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Trindade. A Bíblia refere-se a Ele como uma pessoa. É ele quem aplica a obra de Jesus na vida dos que creem (Jo 16:14-15). Por isto a presente dispensação é chamada a dispensação do Espírito Santo.  O Espírito Santo implanta fé no coração, inspira ao arrependimento, convence o pecador e dá a certeza da salvação. Sua presença no coração do salvo, confere-lhe santificação e o conduz a uma íntima comunhão com Cristo. Ele também amplia o conhecimento dando vida à Palavra. Através de sua operação, o crente, cheio de fervor, realiza a obra de Deus   contribuindo para a expansão do Reino.

O batismo com o Espírito Santo é a maior bênção que Deus preparou para os salvos.  Assim como para os não salvos o mais importante é receber a salvação; para os que já são salvos, o batismo com o Espírito Santo é a experiência mais importante. A palavra do Senhor é clara ao revelar-nos que todo verdadeiro crente em Jesus Cristo possui o Espírito Santo; porém, esse mesmo crente é exortado pela Palavra a buscar o batismo com o Espírito Santo (Lc 24:49; At 1:4,5,13-14). Jamais como um complemento para o sacrifício vicário do Senhor Jesus, na cruz, e nem tão pouco, como um processo iniciático a um confraria ou algo semelhante. Mas, como cumprimento do que forma prometido por eus através do profeta Joel, o que consta em seu livro 2:28-32.

Pr. Jorge Albertacci
 
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QUANDO O CORPO DOCENTE FALHA
Efésios 4:11-19
 
Centenas de pecadores convertem-se a Cristo  anualmente, experimentam o novo nascimento, mas não chegam à maturidade espiritual, pois lhes faltam pais espirituais.
 
Muitos daqueles que permanecem se desenvolvem com anomalias e atrofias éticas e doutrinárias. Onde estão os discipuladores? Você está disposto a “fazer discípulos”?
 
Assim como o recém-nascido necessita de cuidados para desenvolver-se de modo saudável, o novo convertido precisa de cuidados espirituais para chegar à maturidade na fé. Isso só é possível se cada crente assumir o inalienável compromisso de ser um discipulador cristão.
 
Alguém em certo lugar afirmou que a Igreja é um hospital. Mas perguntamos: “Será que é uma geriatria?” — uma vez que não há renovação de seus membros. “Será que é uma ortopedia?” — uma vez que o corpo está atrofiado. “Será que é uma pediatria?” — pois todos os que nascem recebem os cuidados espirituais necessários. “Será que é uma clínica de aborto?” — onde mesmo antes dar-lhes à luz, lhes tiram a vida. Façamos de nossas Igrejas um hospital geral, que trate do ser humano em todas as suas necessidades espirituais.
 
O Pastor Elienai Cabral, comentarista da Lição Bíblica para a Escola Dominical da CPAD para o dia 28 de Janeiro de 2007, afirma que o discípulo não é mero aprendiz, mas alguém que segue as pisadas de seu Mestre e possui íntimo relacionamento com Ele.  A existência da Igreja local decorre, essencialmente, de duas atividades conjuntas: da evangelização e do discipulado. Não há como trabalhar com o discipulado sem a evangelização, pois o primeiro complementa a segunda. Essas duas tarefas indissociáveis estão relacionadas à suprema missão da Igreja: Pregar o evangelho a toda criatura e ensinar a todas as nações (Mt 18:19-20). Nas palavras de Jesus em Mateus 28:19-20, temos o modelo e o método do discipulado cristão. Porquanto, “pregar o evangelho” implica proclamar as boas-novas de salvação aos pecadores, a fim de convertê-los a Cristo e torná-los discípulos idôneos, fiéis a Jesus e capazes de gerarem outros seguidores (2 Tm 2:2). Devemos ressaltar que a conversão é uma obra espiritual que somente o Espírito Santo pode realizar. Só Ele pode “fazer convertidos”, mas “fazer discípulos” é um ofício que compete a cada crente em Cristo – a cada membro da Igreja local está imposta a responsabilidade de enquanto viver, buscar outros para Cristo através da evangelização. Até mesmo, para que possam ter crédito com àquele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz, como recomenda o Mestre em Mateus 6:33.
 
CONCLUSÃO

É extremamente necessário que a Igreja local mantenha um corpo docente preparado para a formação de outros irmãos e outras irmãs interessadas no crescimento espiritual, o que pode ser desenvolvido com eficiência somente através da Escola Bíblica Dominical. Falhando a docência da Escola Dominical na Igreja Local, não tem como os crentes aprenderem a Palavra de Deus através de assuntos específicos. Por quê somente com os sermões dominicais e nos cultos de doutrina não se aprende facilmente em todas as Igrejas.

Jorge Albertacci
 
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DINHEIRO E RIQUEZAS À LUZ DA BÍBLIA

A Bíblia não foi escrita para dar conselhos financeiros ou para ensinar a administrar os bens, mas ela também trata deste assunto. Já houve quem dissesse que mais de dois mil versículos da Bíblia tratam do tema do dinheiro.  É impossível resumir o ensino bíblico a respeito deste assunto, mas os pontos que seguem tocam no que parece ser o mais importante.

01. Tudo nos foi entregue pelo Criador (Gn 1.26), incluindo os bens deste mundo. Deus enche o coração dos seres humanos de fartura e de alegria (At 14.17; Sl 34.10).

02. As riquezas nunca são simplesmente riquezas, pois trazem identidade e representam segurança (Pv 18.11). Facilmente o dinheiro se torna um ídolo, e as pessoas passam a viver para ele (Sl 62.10; Ec 5.10). A Bíblia adverte contra a fascinação das riquezas (Mt 13.22) e o amor ao dinheiro (1Tm 6.6-10). Jesus lembrou que é impossível servir a dois senhores (Mt 6.19-24). A coisa mais importante é ser rico para com Deus (Lc 12.21), tendo o tesouro maior: o reino de Deus, na pessoa de Jesus (Mt 6.33).

03. A Bíblia, especialmente em Provérbios, exalta e encoraja o trabalho (Pv 13.11; 14.23; 21.5), condenando a preguiça (Pv 6.6; 26.13-16). Deus descansou no sétimo dia (Gn 2.2), mas Jesus disse que o “Pai trabalha até agora” (Jo 5.17). O texto de 2Ts 3.10 (“se alguém não quer trabalhar, também não coma”) teve profunda influência sobre a ética cristã.

04. A riqueza facilmente bate asas (Pv 23.4-5) e até por isso o alvo não deveria ser simplesmente enriquecer. O padrão bíblico aparece em Pv 30.8-9: nem pobreza nem riqueza.

05. A Bíblia orienta a diversificar os investimentos ou, como se diz popularmente, a não colocar todos os ovos na mesma cesta. Isto aparece em Eclesiastes 11.2: “Reparta com sete e até mesmo com oito” (isto é, “aplique o dinheiro em vários lugares e negócios”, conforme diz a NTLH), “porque você não sabe que mal sobrevirá à terra”. O mesmo tema aparece em Ec 11.6.

06. Fazer dívidas é entrar num buraco do qual é difícil sair.Provérbios 22.7 ensina: “O rico domina sobre o pobre, e o que pede emprestado é servo de quem empresta”. Como dizia o jornalista Joelmir Betting: o cartão de crédito existe para comprar o que não precisa com o dinheiro que não se tem.

07. A Bíblia enfatiza o contentamento (Hb 13.5). A marca do contentamento é a generosidade. Quando temos dinheiro suficiente? Quando começamos a compartilhar. Jesus disse que “mais bem-aventurado é dar do que receber” (At 20.35) e, em 2Co 9.8-11, o apóstolo Paulo encoraja a generosidade.

08. Ofertar faz parte da vida cristã. Uma oferta tem dupla dimensão: ajuda alguém e é sacrifício agradável a Deus. Em Fp 4.18, Paulo “passa um recibo” e afirma que a ajuda dos filipenses supriu suas necessidades. Mas, ao mesmo tempo, o apóstolo enfatiza que aquilo que eles mandaram era uma oferta de aroma agradável.

09. Jesus recomenda fidelidade na aplicação da riqueza injusta (Lc 16.11). O apóstolo Paulo como que institui o princípio da auditoria financeira para o povo cristão, dizendo que, em questões financeiras, importa fazer o que é correto não só diante do Senhor, mas também diante das pessoas (2Co 8.16-21).

10. Não existe relação direta entre riqueza e bênção de Deus, assim como pobreza não é automaticamente sinônimo de maldição. O livro de Jó apresenta um justo que perdeu tudo, mesmo não deixando de ser justo, e a experiência e os escritos de Paulo nos trazem um apóstolo aflito e necessitado (1Co 4.8-13; 2Co 6.3-10; 11.23-29). Justo não é quem é próspero; justo é aquele que Deus declara justo.
Extraído do Site da Sociedade Bíblica do Brasil – (SBB).
Pastor Jorge Albertacci
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DISCIPULADO, A MISSÃO EDUCADORA DA IGREJA

Mateus 16.24-26; 28.19-20; 2 Timóteo 2.1-3; Mateus 16
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Mateus 28
24 - Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me;

25 - Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.

26 - Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? ou que dará o homem em recompensa da sua alma?
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Mateus 28
19 - Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
20 - Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém.
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2 Timóteo 2
1 - Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus.
2 - E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
3 - Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo.
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“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19 - ARA).
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Na educação cristã, através do discipulado, a Igreja tem por objetivo fazer de cada crente, além de, um fiel seguidor de Jesus, um cidadão de bem. Até mesmo porque, não há, e nem haverá verdadeiro cidadão do Céu conforme prevê o Salmo 15, sem que, antes tenha sido cidadão de bem entre os homens.
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Professor, sua Igreja possui pediatria? Não! É claro que sim! Estamos falando da classe de Novos Convertidos ou discipulado. Você sabia que a CPAD possui um semestre de lições dominicais para neoconversos? Percebeu que você já pode iniciar uma classe de novos convertidos, pois o material didático já está disponível? Agora, pense em quantos novos crentes estão espalhados pela Igreja. Contou... um... três... cinco, já podemos começar uma classe dominical! Converse com o pastor ou superintendente da EBD de sua Igreja; seja um discipulador!
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O pastor Oséas Macedo, na obra Manual de Missões (CPAD, 1997:13), afirma que a tarefa de salvar o mundo não pode ser desassociada do enviar crentes para alcançá-lo. O processo de salvar o mundo começa com enviar. Enviar pessoas capacitadas por Deus para pregar, a fim de que todos possam ouvir, crer e invocar o nome de Jesus para serem salvos. No entanto, a tarefa da Igreja não estará completa enquanto o novo crente não for integrado à vida da Igreja e tornar-se capaz de ganhar outros para Cristo. Reproduza e apresente graficamente as etapas acima descritas como segue abaixo.

DISCÍPULO
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O discípulo não é mero aprendiz, mas alguém que segue as pisadas de seu Mestre e possui íntimo relacionamento com Ele.

A IGREJA NA TERRA
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A existência da Igreja local decorre, essencialmente, de duas atividades conjuntas: da evangelização e do discipulado. Não há como trabalhar com o discipulado sem a evangelização, pois o primeiro complementa a segunda. Essas duas tarefas indissociáveis estão relacionadas à suprema missão da Igreja: Pregar o evangelho a toda criatura e ensinar a todas as nações (Mt 18.19-20). Nas palavras de Jesus em Mateus 28.19-20, temos o modelo e o método do discipulado cristão. Porquanto, “pregar o evangelho” implica proclamar as boas-novas de salvação aos pecadores, a fim de convertê-los a Cristo e torná-los discípulos idôneos, fiéis a Jesus e capazes de gerarem outros seguidores (2 Tm 2.2). Devemos ressaltar que a conversão é uma obra espiritual que somente o Espírito Santo pode realizar. Só Ele pode “fazer convertidos”, mas “fazer discípulos” é um ofício que compete a cada crente em Cristo.

SOB DOIS ASPECTOS A CPAD INDICA A TAREFA DA IGREJA NO DISCIPULADO
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1. A VISÃO DA IGREJA QUANTO AO DISCIPULADO: Três importantes elementos relacionados aos cristãos locais devem estar vinculados ao propósito de uma Igreja que deseja crescer em quantidade e qualidade: conservação, desenvolvimento e multiplicação. O trabalho da semeadura da Palavra possui métodos específicos, assim como o da regadura e da ceifa. A evangelização (o ato de semear o evangelho) e o discipulado (integração do novo crente) requerem tempo, pelo fato de que ambas as atividades envolvem um processo contínuo e, não apenas, um ato isolado. Além disso, demandam muita oração, esforço, paciência, fé e perseverança para alcançar os resultados desejados. A maturidade espiritual do cristão não ocorre de modo rápido e instantâneo, mas progressivamente em Cristo (Cl 1.28-29). Para que conservemos em nossas Igrejas os novos convertidos em Cristo, precisamos trabalhar com amor, dedicação e objetividade. Muito da imaturidade espiritual dos membros da Igreja local é resultado da ignorância destes em relação às doutrinas básicas da Bíblia (Hb 5.12-14).

2. O QUADRIFORME MÉTODO DE JESUS: O texto de Mateus 28.19-20 apresenta o método quadriforme, ordenado por Jesus: indo, fazendo discípulo, batizando e ensinando. Como se vê, a ordem de Jesus a seus discípulos requer uma ação de natureza crescente e dinâmica. Jesus, ao ordenar “Ide”, estava mobilizando o discipulador a ir à pessoa que se quer discipular. No segundo ato da ordem, “fazer discípulos”, a tarefa exige que o discipulador acompanhe e conviva com o aprendiz. O terceiro passo do mandado inclui o ato do batismo, como uma confissão pública, resoluta e definitiva do novo seguidor de Cristo. E, por último, a ordem do Mestre à Igreja demanda que o neoconverso seja ensinado na doutrina do Senhor e conduzido à maturidade espiritual, para que possa discipular outros para Jesus.
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Conservação, desenvolvimento e multiplicação são os três elementos necessários à Igreja local, que deseja crescer e cumprir a sua missão na Terra.

DISCIPULADO E DISCÍPULO
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1. QUE É DISCIPULADO? É o trabalho cristão efetuado pelos membros da Igreja, a fim de fazer dos novos crentes - crianças, jovens e adultos -, autênticos cristãos, cujas vidas se assemelham em palavras e obras do ideal apresentado pelo Senhor Jesus Cristo, conforme lemos em Mateus 28.18-20; Colossenses 1.28-29; Efésios 4.13-16. A Igreja precisa, no discipulado cristão, de uma visão celestial multiplicadora, selecionando e treinando homens e mulheres para que, por suas vidas santas e ungidas e, pelo ensino das verdades cristãs, possam educar os novos discípulos e torná-los aptos para fazer outros.

2. QUE SIGNIFICA SER DISCÍPULO? A palavra discípulo no Novo Testamento quer dizer um “aprendiz” e “seguidor do seu mestre”. Na Leitura Bíblica em Classe (v.24), Jesus chama seus discípulos para seguirem seus passos como Mestre, Salvador, Guia e Senhor. Jesus, em certa ocasião, ensinou sobre a relação entre o mestre e o discípulo, dizendo: “Não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor. Basta ao discípulo ser como seu mestre, e ao servo como seu senhor” (Mt 10.24-25). Em Lucas, o Senhor Jesus reitera o princípio anterior e reforça-o afirmando: “O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre” (Lc 6.40).
O discipulado é o trabalho integrador da Igreja que tem por objetivo treinar discípulos, a fim de que estes eduquem e capacitem a outros.

A IGREJA REALIZANDO O DISCIPULADO
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1. A IGREJA DEVE SELECIONAR PESSOAS PARA O DISCIPULADO: Os primeiros crentes que Jesus escolheu para trabalhar foram: João e André (Jo 1.35-40); este último trouxe seu irmão Pedro (Jo 1.41-42); Filipe e Natanael (Jo 1.43-46); Mateus (Mt 9.9) e outros mais. Na força do Senhor, a Igreja precisa investir o máximo na preparação de discipuladores, a fim de fazer mais discípulos.

2. A IGREJA DEVE CONCENTRAR SUA ATENÇÃO SOBRE OS DISCIPULADORES: O pastor da Igreja é o ponto de partida para a dinâmica do ministério do discipulado. Nesse sentido, o progresso do trabalho do discipulador depende muito da visão do pastor da Igreja. Jesus devotou grande parte do seu ministério terreno aos seus discípulos, para que eles pudessem “fazer discípulos” posteriormente. Dentre a massa de seus seguidores, Jesus escolheu 12 homens, sobre os quais concentrou toda a sua atenção na preparação dos mesmos para cuidarem da sua Igreja, que surgiria depois da sua morte no Calvário.

3. A IGREJA DEVE TREINÁ-LOS PARA A TAREFA DO DISCIPULADO: Foi num grupo pequeno, distinto, mas coeso, que Jesus investiu a maior parte do tempo do seu ministério. Temos a tendência de acreditar que a maior parte do tempo da Igreja deve ser dedicado à multidão. Entretanto, os Evangelhos mostram que o treinamento individual de homens e mulheres para o serviço do Mestre surte maior efeito. A Igreja que deseja conservar os frutos da evangelização precisa priorizar o trabalho do discipulado.
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Selecionar e treinar discipuladores são duas tarefas necessárias à igreja, que deseja cumprir a sua missão educadora.

CONCLUSÃO
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Nesta lição, tivemos por objetivo principal despertar individualmente cada crente, bem como o ministério da igreja local, a dedicar-se com perseverança e devoção ao ministério do discipulado. Formemos evangelistas, mas não nos esqueçamos dos discipuladores!

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
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FERREIRA, I. A. Igreja lugar de soluções. RJ: CPAD, 2001.
MELLO, C. Manual do discipulador cristão. RJ: CPAD, 2004.
Lições Bíblicas CPAD - Jovens e Adultos
1º Trimestre de 2007
Título: A Igreja e a sua missão
Comentarista: Elienai Cabral

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
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Subsídio Doutrinário
O que é ser discípulo
A palavra grega mathēthēs, traduzida para o português, significa discípulo. O dicionário grego de Taylor a define como se referindo aos que aderiam a Jesus. Portanto, ser discípulo de Jesus é aderir a Ele e a seus ensinos. Aderir no sentido de viver com Ele e para Ele. É estar a seus pés e dEle retirar ensinos e exemplos a serem seguidos. Este é o sentido de discípulo no Novo Testamento. Há uma coisa importante que precisa ser dita sobre o que significa ser discípulo de Jesus. Nenhum ser humano que já viveu sobre a face da Terra conseguiu ser discípulo de Cristo, sem antes passar por uma experiência de conversão com esse próprio Cristo. Do Senhor é que obtemos forças e condições para a eficácia do discipulado. Aliás, o padrão de vida que o Senhor estipulou para o discípulo é tão elevado que ninguém pode alcançá-lo baseado em sua condição natural, humana. Precisamos de uma capacitação espiritual, moral e ética que só pode ser obtida pela própria presença de Jesus Cristo. Ele vivendo em nós e através de nós. O apóstolo Paulo chega a dizer que o verdadeiro discípulo tem a ‘mente de Cristo’ (1 Co 2.16). O discípulo, portanto, deve agir e reagir como se fora o Senhor mesmo”.
(CIDACO, J. A. Um grito pela vida da igreja. RJ: CPAD, 1996, p.104-5.)

APLICAÇÃO PESSOAL
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Centenas de pecadores convertem-se anualmente, experimentam o novo nascimento, mas não chegam à maturidade espiritual, pois lhes faltam pais espirituais. Muitos daqueles que permanecem se desenvolvem com anomalias e atrofias éticas e doutrinárias. Onde estão os discipuladores? Você está disposto a “fazer discípulos”? Assim como o recém-nascido necessita de cuidados para desenvolver-se de modo saudável, o novo convertido precisa de cuidados espirituais para chegar à maturidade na fé. Isso só é possível se cada crente assumir o inalienável compromisso de ser um discipulador cristão. Alguém em certo lugar afirmou que a Igreja é um hospital. Mas perguntamos: “Será que e uma geriatria?” — uma vez que não há renovação de seus membros. “Será que é uma ortopedia?” — uma vez que o corpo está atrofiado. “Será que é uma pediatria?” — pois todos os que nascem recebem os cuidados espirituais necessários. Façamos de nossas Igrejas um hospital geral, que trate do ser humano em todas as suas necessidades espirituais.
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Inteirem-se sobre os materiais didáticos citados acina na CPAD – Casa Publicadora das Assembleias de Deus.
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Av. Vicente de Carvalho, 1083, Vila da Penha, Rio de Janeiro. WhatsApp - (21) 97024-1679.
Pastor Jorge Albertacci – WhatsApp – (24) – 98827-2913.
Pastor Jorge Albertacci
Missionária Alcenir Albertassi e Albertacci
Tudo Pela Salvação do Homem
24/01/2019
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PREGUE A PALAVRA HONESTAMENTE SEM EXAGEROS E SEM SIMULAÇÕES
 
Quão suaves são sobre os montes os pés do que anuncia as Boas-Novas, que faz ouvir a paz, que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina! (Isaías 52:7).
 
INTRODUÇÃO
 
A suavidade dos pés dos que anunciam as Boas-Novas, deve refletir nas suas mãos, na sua face, no seu coração, nas suas palavras de bênçãos, no seu carácter e no seu modo de vida em geral! Tanto no sentido material, como pessoa física, como no espiritual, onde o Espírito Santo o restitui ao seu estado primitivo como disse o Criador à Corte Celestial: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gênesis 1:26-27).
 
SOBRE TODAS AS COISAS
 
Sobretudo, não banalize os dons espirituais nas orações e nas pregações como fazem muitos e muitos pregadores atuais com trejeitos esquisitos, no anseio de levar o auditório a impressão de que está cheio do poder de Deus. Mas que, na verdade, nele, nada tem do poder de Deus. Os dons espirituais, diferente do Fruto do Espírito, pode ser facilmente imitado. Porque os dons demonstram autoridade e poder, enquanto que o Fruto demonstra o caráter da pessoa.
 
NÃO ENTRISTEÇAIS
 
“E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção. Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós. Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” (Efésios 4:30-32).
 
O Espírito Santo foi enviado ao mundo não para substituir o Senhor Jesus, mas, para consolar os irmãos que conviviam com Ele  pessoalmente depois da Sua ascenção ao Céu (João 14:16-28). Através do qual, como a Terceira Pessoa da Trindade cumpriria a profecia de Joel 2:28-32.
 
O PERDÃO DO SENHOR
 
Portanto, eu vos digo: “todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens. E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á perdoado, mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro. (Mateus 12:22-32).
 
SUBMETA-SE AO ESPÍRITO SANTO
 
“Se tiveres de pregar em uma Igreja, não te esqueças de que a finalidade da pregação é apresentar Cristo, o Salvador. Não te esqueças, também, de que as pessoas presentes foram à Igreja para adorar a Deus, umas, e outras ali foram para serem salvas e não para admirar a tua cultura, se é que orgulho e vanglória podem ser considerados cultura."
 
Trecho de um pequeno artigo do jornal Mensageiro da Paz, ano 19, nº 16 - 2ª quinzena de agosto de 1949:
 
“Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.  Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.  Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas. Mas nem todos têm obedecido ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação?  De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. Mas digo: Porventura não ouviram? Sim, por certo, pois por toda a terra saiu a voz deles, e as suas palavras até aos confins do mundo.” (Romanos 10:11-18).
 
Pregue a Palavra com poder do céu. Mas, simplesmente – pregue-a como que se você fosse realmente imagem e semelhança de Deus! É simples, porque o poder para pregar vem do Espírito, e sem Ele não adianta pregar, porque somente Ele é que pode convencer os pecadores dos seus atos.
 
O poder do Espírito Santo
Myer Pearlman
Trecho do Mensageiro da Paz de Julho-Agosto de 1932.
 
Poder Regulador
1 - Irmãos não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia e adultos no entendimento 1 Co 14:24.
 
Parece que certos meios religiosos supõem a ser a entrada do Espírito seguida da saída do senso comum.

Nada podia ser mais contrário às Escrituras, que ensinam ser o Espírito de poder o mesmo de sabedoria.

Paulo ensina, no versículo citado, que os crentes, quando se trata do mal, devem manifestar a simplicidade de menino; no entanto, em relação aos negócios da Igreja de Deus, mostrarão a sabedoria de adultos.
 
Qual foi um dos segredos de Moody? Não foi ter ele coordenado à espiritualidade profunda, com o bom senso comum? Que tranquilidade teríamos se soubéssemos que a usina elétrica estava a cargo de crianças ou que o governo do nosso país estava nas mãos de um menino incapaz? Entretanto quanto de nós não têm mostrado uma meninice lamentável no uso do poder e dons a nós confiados?
 
2.  Faça-se de tudo para edificação ( v26) cada manifestação do poder de Deus deveria ser, não uma massa mal trabalhada, que vai deformar o edifício e repelir inquiridores sinceros da verdade, mas sim, uma parte de material espiritual bem trabalhado, para edificação e embelezamento da casa espiritual – a Igreja.
 
3. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz. A ordem é a primeira lei do céu. Os céus que manifestam a glória de Deus e o firmamento que declara a obras das suas mãos foram obras de Cristo, pelo Espírito. Ambos trazem o cunho da ordem. O mesmo Espírito que, no princípio, estabeleceu a ordem no meio da confusão e caos, trará porventura, confusão às nossas assembleias? Não, nunca!
 
Para ilustrar o seu regulamento, Paulo dá-nos um quadro de duas reuniões: uma de desordem (v 23) e outra de ordem (24) ele descreve uma reunião de desordem, onde há, certamente, poder, mas não regulado. Notai, então, o que diz o apóstolo sobre o efeito que tal reunião traz aos incrédulos: “eles não dirão que vós estais loucos?” Depois de ter mostrado uma reunião com ordem, ele apresenta o resultado da mesma sobre um incrédulo: “ele adorará a Deus, publicando que Deus está, verdadeiramente, entre vós.”
 
Não há coisa mais abençoada do que uma reunião onde a atmosfera está carregada e sobrecarregada do poder do Espírito, onde o pregador é ungido, onde os corações se derretem, onde os olhos se enchem de lágrimas, e onde os incrédulos são compungidos no coração.
 
Que qualidade de reunião vamos escolher? Aquele que é mencionado no verso  23 ou a do 24?
 
 
O  poder realizado
Como pode o poder de Deus tornar-se real em nossas vidas? Vamos novamente voltar ao assunto da eletricidade, para nossa ilustração. Quando os homens chegaram a conhecer a existência do poder da eletricidade, fizeram três coisas: primeiramente, empenharam-se em descobrir as suas leis; quando as descobriram, obedeceram-nas. Obedecendo as essas leis chegaram a conhecer as grandes despesas que precisavam fazer para edificar e preparar usinas e transformadores, etc. Apliquemos isto, agora, à experiencia cristã. Notemos que os homens procuraram descobrir as leis da eletricidade. Estamos estudando as nossas Bíblias para descobrir as leis do Espírito? Estamos usando todo o esforço para aproveitar tudo que nos pode fazer um obreiro, que não precisa ser envergonhado? Evangelista, pastor, estais porventura preparados “tanto para admoestar com a são doutrina, como para convencer os contradizentes”? Estais persistindo em ler, exortar e ensinar? Crentes, estais sempre prontos para dar uma resposta a cada um que pede a razão da esperança que há em vós? Estudemos nossas Bíblias, regular e sistematicamente, e com oração.
 
Notai também que, quando os homens descobriram as leis da eletricidade, obedeceram-nas e; então descobriram ainda novas leis. Não é suficiente descobrir as leis do Espírito, e preciso haver obediência absoluta a elas. Conforme obedecemos as leis do Espírito, ser-nos-ão dadas novas revelações, que nos guiarão  para o poder acrescentado. “para cada um que tem, será dado.”
 
CONCLUSÃO
 
Aconselho aos meus amados irmãos pregadores a que orem, consagrem, santifiquem-se e depois pregue. Pregue consciente e com coerência, dentro das suas limitações! Sem exageros, sem simular línguas estranhas, sem gritarias extravagantes, cuspindo na bola do microfone. Se você se santificar, pregue que Deus hora você, fazendo valer a sua palavra. Desde que, você não fique naquele desespero, gritando, assoprando e prometendo que no final do culto Deus irá realizar um grande milagre – e finalmente finda a reunião dentro de um clima frenético e nada acontece além disto.
 

No Santo Amor do Senhor Jesus
Pr. Jorge Albertacci
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SOCORRO

Dá-nos auxílio na angústia, porque vão é o socorro do homem.  Dá-nos auxílio para sairmos da angústia, porque vão é o socorro da parte do homem. 
 
Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?  Então, em visão falaste do teu santo e disseste: Socorri um que é esforçado; exaltei a um eleito do povo. Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação.
 
Porque, naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados.
 
    (Salmos 60:11; 89:19; 108:12; 121:1; 2Coríntios 6:2; Hebreus 2:18)
 
Pastor Jorge Albertacci
 
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QUINZE LIÇÕES QUE APRENDO QUANDO LEIO O LIVRO DE ESTER 

Pr. Geziel Gomes

01. Aprendo que o Nome de Deus é tão importante quanto Sua presença, pois nesse livro o Nome não aparece, mas o mover divino é sobremaneira intenso e profundamente maravilhoso.

02. Aprendo que a palavra encontrada no livro de Provérbios - a soberba precede a ruína e altivez de espírito precede a queda não é mera frase de efeito ou uma filosofia humana; é a verdadeira palavra divina, pelo que se evidencia no terrível fim da vida de Hamã, o homem que intentou a destruição do povo judeu.

03. Aprendo que nenhuma barreira é tão forte a ponto de impedir a realização do propósito soberano de Deus, pois uma jovem estrangeira chegou a ocupar a posição de rainha da terra que a acolheu como pobre imigrante.

04. Aprendo que o jejum praticado com piedade, sabedoria e determinação significa uma arma mais que poderosa, como aconteceu nos dias de Mardoqueu, Et 4.15-17.

05. Aprendo que as mais profundas vitórias não são obtidas da noite para o dia, pois requerem muita paciência e tenaz perseverança, frutos de uma vida disciplinada diante de Deus e dos homens, como se percebe na vida de Ester, principalmente na fase de preparação para o concurso estabelecido pelo rei.

06. Aprendo que existe uma relação muito estreita entre o tamanho das provações e o tamanho das vitórias, e isto contraria o pensamento de muitos, que desejam GRANDES vitórias como resultado de PEQUENAS provações e nunca podemos esquecer que as mais extraordinárias vitórias de Deus são sempre obras sobrenaturais.

07. Aprendo, com o exemplo de Vasti, que jamais existirá uma desculpa consistente que venha a justificar a desobediência.

08. Aprendo que o favor de Deus se manifesta na direção daquilo e daquele que Lhe agrada.

09. Aprendo que não podemos nos omitir naquilo que corresponde ao nosso dever e sempre que isto acontece deixamos de alcançar o livramento de Deus, pois Mardoqueu cumpriu sua parte fazendo chegar ao rei a notícia do plano tramado contra ele.

10. Aprendo que uma das maiores provas de espiritualidade e de discernimento consiste em consiste em entendermos o momento de Deus, como declarou Mardoqueu a Ester: quem sabe não vieste para um tempo como este? Et 4.13,14.

11. Aprendo que a lição do livro de Eclesiastes (tempo de falar e tempo de estar calado) pode ser o fator determinante para nosso sucesso, visto que Ester jamais declarou sua condição de judia até que isto foi descoberto no tempo apropriado.

12. Aprendo que decididamente jamais deveremos preparar qualquer tipo de forca para nossos inimigos, pois assim teremos a absoluta certeza de que jamais seremos lançados nela, Pv 26.27.

13. Aprendo que não precisamos tentar persuadir Deus dando-lhe sugestões sobre como nos ajudar, visto que Ele é ilimitado em Seu poder, Sua sabedoria e Sua estratégia, sendo capaz até de tirar o sono de um rei para fazê-lo cumprir o plano divino, Et 6.1-3.

14. Aprendo que o verdadeiro herói não é fabricado pelos homens, mas elevado por Deus, como aconteceu com Mardoqueu, que foi honrado como herói nacional por haver salvado a vida do rei, Et 7.8-10.

15. Aprendo, finalmente, que as pessoas que jamais leram o livro de Ester estão espiritualmente mais pobres e menos sábias e edificadas, razão por que as aconselho a fazerem isto sem demora.

Pastor Jorge Albertacci

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  UM CAMINHO NOVO E ACESSÍVEL A TODOS NÓS

Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne,  e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus,  cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência e o corpo lavado com água limpa,  retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu - (Hebreus 10:19-23).
 
O Santo dos Santos, no Templo não podia ser visto devido a presença de uma cortina (Hb 10:20). Somente o sumo sacerdote podia entrar neste recinto sagrado, e o fazia apenas uma vez por ano, no Dia da Expiação. Quando, como representante de Deus, oferecia o sacrifício pelos pecados da nação.
 
Mas a morte de Jesus Cristo removeu a cortina, e todos os crentes podem entrar na presença de Deus a qualquer momento e em qualquer lugar.
 
Temos privilégios significativos associados à nossa nova vida em Cristo:
 
1. Temos acesso pessoal a Deus através de Cristo, e podemos nos aproximar DELE sem a necessidade de um sistema complicado;
 
2. Podemos crescer na fé, superar as dúvidas e perguntas, e aprofundar o nosso relacionamento com DEUS de forma descomplicada;
 
3. Podemos desfrutar do encorajamento mutuo com outros irmãos;
 
4. Podemos adorar a DEUS juntos sem necessidade de abandonar a Congregação (10:25).
 
Pr. Jorge Albertacci
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UM POVO NO ETERNO E PERFEITO PROJETO DE DEUS  
(Ef 1:4-5)
 
1. Antes de haver mundo...
 
2. Um povo que não seria salvo através da Arca de Noé...
 
3. Nem pela pregação de Moisés...
 
4. Não seria salvo pela pregação de Jonas...
 
5. Não seria tirado de entre os israelitas...
 
6. Nem de quaisquer outras raças...
 
7. Um povo que seria diferente em tudo...
a) Páscoa...
b) Ceia... Êx 12:1-27 – Lc 22:1-23...
c) No sacrifício...
d) Abraão levando Isaque para sacrificar Gn 22:2

8. Seria tirado do meio dos:
a) miseráveis...
b) pobres...
c) prostitutas...
d) leprosos...
e) publicanos...
f) Seria batizado com o Espírito Santo... Joel 2:28-32   -   Mt 3:11 - At 1:5 - At 2:1-4...
g) A esse povo seria delegado o poder para: curar...libertar...pisar o inimigo...Lc 10:9, 17-19
h) Falariam em línguas estranhas, no batismo e como dom...Mc 16:17 – 1Co 12:9...
 
9. Esse povo seria salvo por Jesus...
pela graça...Rm 9:26-24
a) Com esse povo Jesus teria um cuidado todo especial...
b) Teria livre acesso para falar com Deus... Hb 10:19-20

5. Esse povo, não seria simplesmente vencedor, mas, seria mais que vencedor...Rm 8:31
a) O maior desafio, onde está o morte?...1 Cor 15:54-56
ESSE POVO SERIA A IGREJA DE HOJE
 
Pr. Jorge Albertacci
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ATENTEMO-NOS PARA ESTAS PALAVRAS

“Palavras, podem ser muito mais do que meras Palavras”

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus, porque em verdade vos digo que qualquer que DISSER A ESTE MONTE: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará AQUILO QUE DIZ, tudo o QUE DISSER lhe será feito.

Se alguém falar, fale segundo AS PALAVRAS DE DEUS; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá, para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o poder para todo o sempre. Amém!

Conserva o modelo DAS SÃS PALAVRAS que de mim tens ouvido, na fé e na caridade que há em Cristo Jesus. Traze estas coisas à memória, ordenando-lhes diante do Senhor que não tenham CONTENDAS DE PALAVRAS, que para nada aproveitam e são para perversão dos ouvintes.

Não vos enganeis: as MÁS CONVERSAÇÕES CORROMPEM os bons costumes. Porque o nosso evangelho não foi a vós SOMENTE EM PALAVRAS, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de vós.

Mas eu vos digo que de TODA PALAVRA OCIOSA que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo. Porque POR TUAS PALAVRAS serás justificado e POR TUAS PALAVRAS serás condenado.

E Ele lhes disse: QUE PALAVRAS SÃO ESSAS QUE, caminhando, trocais entre vós e por que estais tristes?
E, se ninguém vos receber, nem ESCUTAR AS VOSSAS PALAVRAS, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés.

AS VOSSAS PALAVRAS FORAM AGRESSIVAS para mim, diz o SENHOR; mas vós dizeis: Que temos falado contra ti!?

A vossa PALAVRA SEJA SEMPRE AGRADÁVEL, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.

ENFADAIS AO SENHOR COM VOSSAS PALAVRAS; e ainda dizeis: Em que o enfadamos? Nisto, que dizeis: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do SENHOR, e desses é que ele se agrada; ou onde está o Deus do juízo?

Porquanto tudo o que em trevas DISSESTES À LUZ SERÁ OUVIDO; e o que FALASTES ao ouvido no gabinete sobre os telhados será apregoado.

Porque a PALAVRA DE DEUS é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

Portanto, consolai-vos uns aos outros COM ESTAS PALAVRAS.

CONCLUSÃO

Na peregrinação do Egito para Canaã, o povo hebreu teve um grande prejuízo quando murmurando, coagiu Moisés pela falta de água.

Na primeira vez que o povo reclamou por falta d’água, o Senhor mandou Moisés ferir a rocha e dela brotou água. Já agora, no deserto de Zim, diante da mesma reclamação, a orientação do Senhor a Moisés foi diferente: “FALAI À ROCHA perante os seus olhos e dará a sua água.

O Senhor se incomoda com a maneira como procuramos fazer a Sua obra. Há hora de ferir as rochas e hora de FALAR ÀS ROCHAS. O Senhor é zeloso e exige que obedeçamos às Suas tecnologias. Há técnicas e métodos que não têm a aprovação do Senhor. Mesmo produzindo resultados, eles nos afastam da obediência que o Senhor requer. Ferir é uma coisa; FALAR É OUTRA.

(1Pd 4:11; 2Tm 1:13-14; 1 Ts 1:5; Mt 12:36-37; Lc 24:17; Mt 10:14 ; Ml 3:13; Ml 2:17; Lc 12:3; 1Ts 4:18; Cl 4:6; 1Co 15:33; 11:22-23; Hb 4:12; Nm 20:7-8). 

Pr. Jorge Albertacci
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CADA UM DÁ SUA CONTRIBUIÇÃO

Se não levarmos o Evangelho até aos confins da Terra, jamais seremos reconhecidos como discípulos de Jesus. Desde o início do seu ministério, Ele sempre fez questão de realçar a natureza evangelizadora de sua missão e da tarefa que nos confiou (Mc 16:15; Lc 8:1).

Nenhum outro trabalho é tão importante e urgente quanto a evangelização. A Igreja, por ser Igreja, não pode ignorar as exigências da Grande Comissão: evangelizar a todos, em todo tempo e em todos os lugares (Mt 24:14).

A evangelização compreende, também, o discipulado, o batismo e a integração do novo convertido. Se crermos, de fato, que Cristo morreu e ressuscitou para redimir-nos do inferno, não nos calaremos acerca de tão grande salvação (Hb 2:3).

Aproveitemos todas as oportunidades para falar de Cristo, pois grande será a colheita de almas para o Reino de Deus. E consequentemente as bênçãos que dele recebemos como bons obreiros.

Jorge Albertacci
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O CLAMOR DA CRUZ

Ah, se a cruz falasse! Na verdade, ela não fala, mas, o sangue que um dia a banhou de vermelho, clama a todo som – gritando: onde estão aqueles que foram comprados? Aqueles que foram chamados a saírem para fora? Aqueles que se apresentarão diante do Cordeiro que foi morto, mas, que está vivo à destra do Pai? Onde estão? A hora se aproxima em que todos de vestes brancas deverão apresentar-se diante dele?

A cruz não fala, não denuncia, mas, o sangue sim – o sangue é vida, e só viverá, aqueles que estiverem com seus tímpanos sensíveis ao clamor do Calvário!

Pr. Jorge Albertacci
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ESBOÇO

01 - Em Cristo encontramos Consolo:
Assim como uma mãe consola seu filho, também eu os consolarei; em Jerusalém vocês serão consolados”. Isaías 66:13.

02 - Em Cristo encontramos Esperança:
Enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Tito 2:13.

03 - Em Cristo encontramos Alegria:
Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria, Salmos 30:11.

04 - Em Cristo encontramos Descanso:
“Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Mateus 11:28.

05 - Em Cristo encontramos Paz:
Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo. João 14:27.

06 - Em Cristo encontramos a Verdade:
E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará”. João 8:32.

07 - Em Cristo encontramos Perdão:
Pedro respondeu: “Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo. Atos 2:38.

08 - Em Cristo encontramos Misericórdia:
A sua misericórdia estende-se aos que o temem, de geração em geração. Lucas 1:50.

09 - Em Cristo encontramos a Vida Eterna:
Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão. João 10:28.

10 - Em Cristo encontramos um Amigo Verdadeiro:
Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor; mas Eu vos tenho chamado amigos, pois tudo o que ouvi de meu Pai Eu compartilhei convosco João 15:15.
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LEITURA DA LEI
Deuteronômio 31:9-13 

Moisés escreveu esta Lei e a entregou aos líderes do povo e aos sacerdotes levitas que levavam a arca da aliança de Deus, o Senhor. E Moisés lhes deu a seguinte ordem:

— De sete em sete anos, no ano marcado para perdoar as dívidas, leiam esta Lei durante a Festa das Barracas. Todos os israelitas deverão estar presentes para adorar o Senhor Deus no lugar que ele tiver escolhido. Ali, na presença do povo, leiam a Lei em voz alta. 

Reúnam todo o povo — homens, mulheres, crianças e os estrangeiros que moram nas cidades onde vocês vivem — para que ouçam a leitura, aprendam a Lei, temam o Senhor, nosso Deus, e obedeçam fielmente a tudo o que a Lei manda. Assim os seus descendentes que ainda não conhecerem a Lei de Deus também ouvirão a leitura e aprenderão a temer o Senhor, nosso Deus, durante todo o tempo em que viverem na terra que fica do outro lado do rio Jordão e que vai ser do povo de Israel.


SBB
Pr. Jorge Albertacci


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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