A Manifestação da Maravilhosa Graça de Jesus - Estudos Bíblicos

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A Manifestação da Maravilhosa Graça de Jesus

Estudos Bíblicos
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PREFÁCIO

Acedi com alegria aos anseios da minha alma, no sentido de rebuscar algo no qual pudesse dentro da minha exiguidade intelectual descrever, ainda que de forma sintética, a exuberância da graça de Deus.  Ousei-me, sob a inspiração daquele que como disse Jesus: nos fará lembrar de todas as coisas, que é seu Santo Espírito, humildemente atender a esses anseios. E na elaboração do assunto em epígrafe, no dia dos pais do ano de dois mil e dez, pude contar com o carinho e o pronto apoio da minha querida esposa, Alcenir Albertassi e Albertacci, bem como dos meus queridos filhos, Haroldo Albertacci, Edilene Albertacci da Silva e Sâmela Albertacci; cooperaram comigo também meus netos Joel e Rebecca; além do meus genros Josias Marques da Silva, Luis Geraldo Tona e minha nora Mirian Saleme de Aguiar Albertacci. A eles dedico a minha vida, pois são fibras do meu coração. O meu sincero desejo e a minha fervente oração é no sentido de que os leitores desta obra sejam verdadeiramente conduzidos pelo Espírito Santo aos "lugares celestiais em Cristo Jesus" e ali permaneçam arraigados e alicerçados em amor, a fim de compreenderem, "com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a atura, e a profundidade e conhecer a incomensurável graça de Deus que excede a todo o entendimento humano."  É graça somente pode ser equiparada ao Amor de Deus, porque foi através do Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo que ela foi manifestada a este mundo. 

TEXTO BÍBLICO

Tito 2:11-14

"Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniqüidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras."

INTRUDUÇÃO

Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras. (Tito 2:11-14). Esta expressão apóstolo Paulo alude sobre algo incomensurável, algo que em todas as dispensações, homem algum havia visto, sendo esta a forma mais ampla e mais expressiva da manifestação da graça de Deus a este mundo. E disto Paulo tinha experiência própria, pois ele teve privilégios indizíveis quando foi levado às maiores alturas do céu, e com isto ele se sentiu até no direito de se gabar, todavia não pelo homem que era, mas, pelo que Deus lhe confiou em mostrar. E ele disse: - "Mas, para que não ficasse orgulhosos demais por causa das coisas maravilhosas que vi, eu recebi uma doença dolorosa, que é um espinho no meu corpo. Ela veio como um mensageiro de satanás para me dar bofetadas e impedir que eu ficasse orgulhos. Três vezes orei ao Senhor pedindo que me tirasse esse sofrimento, mas ele, o Senhor me respondeu: - a minha graça é tudo o que você precisa, pois o meu poder é mais forte quando você está fraco, portanto em me sinto muito feliz em me gabar das minhas fraquezas, para que assim a proteção do poder de Cristo esteja comigo. Eu me alegro também com as fraquezas, os insultos, os sofrimentos, as perseguições e as dificuldades pelos quais passo por causa de Cristo, porque, quando perco toda a minha força, então tenho a força de Cristo em mim"  (NTLH 2Co 12). Nada mais faz isto a não ser a graça.

O RAIAR DA NOVA ALIANÇA

A chegada da graça foi algo como que se Deus tivesse deixado o Céu e se mudado para a terra, a fim de uma vez por todas resolver o problema complicado em que se encontrava o homem, destituído do dom divino  – nem mesmo Noé em sua embarcação feita segundo os moldes traçados por Deus, vendo os montes ficarem submersos sob as águas do dilúvio, pôde contemplar a manifestação da graça de Deus assim como a Igreja vê e dela participa nestes últimos dias. Quanto a isto a Palavra de Deus nos diz em João 1:14: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade – ainda em Efésios 4:9, nos diz assim a Palavra do Senhor: Ora, isto—ele subiu—que é, senão que também, antes, tinha descido às partes mais baixas da terra? Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. Cristo desceu até os lugares mais baixos da terra."   Esta é uma forma tão ampla da manifestação da graça de Deus, que cuja expansividade merece de nós uma atenção muito especial para sua compreensão, visto que:  esta passagem descreve a descida de Cristo à sepultura (Mateus 12:40) "Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do Homem três dias e três noites no seio da terra." 1Pdero 3:19 "no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão."  Ele deceu às partes mais baixas da terra, para nos elevar às alturas. Ele ressucitou não somente para mostrar o Seu poder sobre a morte,  mas, para que nele, fôssemos nascidos de novo, preparando-nos para ressuscitarmos também, quando desta vida formos chamados.

A referência de que Cristo desceu aos lugares mais baixos da terra, quer dizer também que ele desceu até o mundo dos mortos e alude ainda sua descida a este mundo entenebrecido pelo pecado. Neste caso, os referidos textos bíblicos fala sobre a vinda de Cristo a este mundo num todo – esta é a incomensurável graça de Deus. Nem mesmo os espíritos que se achavam em prisão não foram alcançados – isto, somente Jesus podia e pode fazer – nosso Mestre não foi omisso em nada. Todos ouviram dele o raiar da Nova Aliança, e ainda ouvem, e dela terão conhecimento a posteridade das posteridades – assim, no grande dia, no dia do julgamento, ninguém terá argumento para se auto-justificar pelo desleixo ao empenho de Jesus em favor da humanidade.

 JESUS, A EXPRESSÃO DO AMOR DE DEUS

As palavras do divino Mestre Em João 3:16: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."  Nos revela a magnitude da graça revelada – duas palavras neste versículo realça a intenção do que de forma clara o divino Mestre quis dar ênfase, a saber: "tal" e "todo" – nesta tese, tal, não representa um mero análogo, ou algo simplesmente indicativo, mas, refere a algo tão bom, tão grande, tão abrangente, e que é semelhante a aplicação de uma interjeição inexprimível. Enquanto que "todo" refere-se a tudo – todo, refere-se a totalidade das pessoas que o aceitarem como Salvador.

ALGUNS PRÉ-REQUISISTOS A SEREM OBESERVADO
Todavia, sem a pretensão de em nada subestimar a incomensurabilidade da graça, há uma ressalva nos escritos de Paulo a Tito já citado na introdução deste estudo, a saber: "ensinando-nos que, renunciando a impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras. Recomenda ainda o apóstolo: fala disto, e exorta, e repreende com toda autoridade. Ninguém te despreze."

Paulo cuidadosamente advertiu a Tito a ficar atento aos falsos mestres que ensinavam aos crentes da Nova Aliança, àqueles crentes que haviam milagrosamente sido alcançados pela graça do Senhor, ensinamentos errôneos, forçando-os a voltar às fábulas, e muitos desses induzidos pelos ensinos desses falsos mestres voltavam a caminhar pelas veredas entenebrecidas pela falta da luz que veio do céu, trazida a este mundo pela inefável graça de Deus. Esses mestres, traziam ensinamentos confusos que expressavam suas opiniões, sem as submeterem à exegese bíblica.

Entre esses, havia ainda aqueles que de forma fraudulenta se fingiam de cristãos para conseguir dinheiro, fazendo da graça um negócio adicional, ou formar neles um sentimento de autoridade, por serem líderes na Igreja.

Mas, Jesus e os apóstolos advertiam constantemente contra esses falsos obreiros – Em Marcos 13:22, nos diz assim a Palavra de Deus: "Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos"; ainda temos outra referências em Atos 20:29; 2Ts 2:3 – 12; 2Pe 3:3-7.

Essas recomendações do apóstolo e do próprio Senhor, ainda são necessárias nos dias de hoje – visto que, os falsos ensinos atacam os fundamentos da verdade e da integridade sobre a qual a fé cristã está fundamentada. Embora Jesus tenha dito que as portas do inferno não prevaleceriam contra sua Igreja, entretanto, é bom ressaltar que para que os portais infernais não prevaleçam contra a Igreja é necessário que os crentes estejam firmados nele. Jesus.

Os crentes em Cristo que buscarem com fé o dom do discernimento do Espírito, facilmente identificarão esses falsos mestres – 1)    Eles buscam atrair mais a atenção do povo a si mesmos do que a Cristo – 2) – Exigirão do povo de Deus que façam algo que venha lhes enfraquecer a fé, e até mesmo subestimar o sacrifício vicário de Jesus no Calvário, vilipendiando assim a Graça de Deus – 3) – Esses não enfatizarão a supremacia de Cristo, bem como desprezarão os princípios exarados nas laudas sagradas – 4) – Ainda motivarão os crentes a se procederem de forma inadequada às recomendadas da Palavra de Deus, levando-os com suas "intrepidez e eloquência" à prática que em nada coaduna com os méritos divinos.

COMO PROCEDER MEDIANTE A ESTES PRÉ-REQUISITOS

Pelo fato de Cristo ter morrido, ressuscitado e nos resgatado do pecado, seu Espírito Santo nos concede o poder suficiente para vivermos como verdadeiros cristãos, desde que, aceitemos o bem que nos proporcionou a graça. Sob o poder do Espírito Santo em nossas vidas, temos forças o suficiente para vivermos livres do controle do pecado. Deus nos dá poder e entendimento para discernirmos o que é pecado e o que não é, partindo deste princípio, seremos purificados, e uma vez purificados estamos isentos de cairmos nas artimanhas do diabo, porque o Espírito de Deus que habita em nós advindo da graça não coabita com o pecado.

Mesmo assim, não é suficiente somente renunciar aos desejos pecaminosos e maus. Devemos também vivermos ativamente para Deus, ensinado contra a luxúria, exortando os pecadores a fugirem da privação da graça de Deus. "Porque o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus". (2 Coríntios 4:4) - devemos indicar-lhes o colírio de Cristo para que possam ver a graça de Deus manifestada em através dele, como nos diz a Bíblia em Apocalipse 3:18:  "aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os olhos com colírio, para que vejas".

A MANISFESTAÇÃO DA GRAÇA NO PRINCÍPIO


A inundação das águas do dilúvio em toda sua extensão, em nada pode se comparar com a inundação da graça de Deus manifestada em Jesus, e que transborda de forma a ultrapassar todos os limites geográficos inundando em todas as nações do mundo, os corações através do Seu Santo Espírito, que mesmo antes que houvesse vida sobre terra, Ele já se movia sobre a face das águas, como nos diz a Palavra em Gênesis 1:2: "E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o "Espírito de Deus se movia sobre a face das águas."

Esse já era o prenúncio de quem daria o consolo necessário à criação de Deus que apareceria propiciando a cosmurgia organizada como se vê hoje, no século vinte e um, toda beleza criada por Deus – a Pessoa do Espírito Santo pairando sobre o grande abismo, pode ser comparada à águia-mãe cuidando e protegendo os seus filhos que nasceria como se vê em Deuteronômio 32:11-12:  "Como a águia desperta o seu ninho, se move sobre os seus filhos, estende as suas asas, toma-os e os leva sobre as suas asas, assim, só o SENHOR o guiou; e não havia com ele deus estranho": e Isaias 31:5: "Como as aves voam, assim o SENHOR dos Exércitos amparará a Jerusalém; ele a amparará, e a livrará, e, passando, a salvará." Isso tudo é uma demonstração da graça de Deus a este mundo tenebroso.  Sendo Cristo o tema principal da Bíblia de Gênesis ao Apocalipse, esta graça está patente em todo o seu teor – o que vale a pena discorrer sobre este assunto de uma forma mais ampla para uma melhor compreensão.

PROMESSA DA MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA NO PRINCÍPIO

Em Gênesis 3:15, quando da queda do homem em decorrência da tentação do diabo incorporado numa serpente, disse Deus: "E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar."

Satanás como nosso inimigo, sempre aplicou todo o esforço para induzir-nos a seguir pelas veredas da desobediência e consequentemente da morte eterna. A frase "tu lhes ferirás o calcanhar" refere-se às repetidas tentativas de derrotar a Cristo durante sua vida na terra. "E este te ferirá a cabeça" prenuncia a derrota de satanás ocorrida quando Cristo ressuscitou dentre os mortos. A mordida no calcanhar não é mortal, mas, o esmagar a cabeça sim, e pior do que ter o calcanhar mordido é ter a cabeça esmagada. Já no princípio, Deus estava revelando o seu plano para derrotar a satanás e oferecer vida eterna ao mundo através de Sua graça que se manifestaria em Cristo Jesus.

ISAÍAS O PROFETA MESSIÂNICO PODE TAMBÉM SER CHAMADO DE O PROFETADA DA GRAÇA


"O Espírito do Senhor JEOVÁ está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos. A apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes." (Isaías 61:1-2).

Notadamente, Jesus aplica esta passagem bíblica à sua própria pessoa, e outra vez o mesmo profeta, nos capítulos 61 e 62 do seu livro, alude de forma clara a Jesus Cristo o Redentor, e Salvador da humanidade.

Apresar de tanto tempo antes, cera de 700 anos, mas o tempo de Deus não se classifica como o nosso. E no tempo certo, vindo Jesus, reitera com todas as palavras no Evangelho segundo Lucas 4:16-21, o que havia dito Isaias:  "O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração. E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga e levantou-se para ler. E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. E, cerrando o livro e tornando a dá-lo ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então, começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos." Uma vez  cumprida essa profecia  sobre o Filho de Deus, passou a estar em evidência a manifestação da graça entre os homens, em sua forma mais ampla. Eis que tudo se fez novo. O Filho de Deus, Jesus, despojou-se do seu lugar no Céu, descendo às partes mais baixas da terr, para, de graça nos trazer, o que de mais precioso poderíamos receber dele, que é a manifestação da sua incomensurável graça, trazendo-nos salvação eternal, sendo esta a maior riqueza ao alcance do homem.

Uma vez salvo, o pecador não está isento da pobreza material, não está. Ele pode até ficar rico, mas a salvação não é completada com bens matérias. Necessariamente não. Salvação é pela graça, mediante a fé.

Uma vez salvo o pecador está isento sim, de todas as pragas e maldições advindas de palavras de pais, de avós, de tios, e de quaisquer outros tipos de praguejadores, assim como as maldições de caráter hereditário. Até mesmo porque, ele, Jesus, se fez maldito por nós, conforme consta na carta de Paulo aos Gálatas 3:13:  "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito:  Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro" e para aqueles que tinham sobre si alguma pendência com o diabo ou com alguns dos seus emissários, nos conforta assim a Palavra em Colossenses 2:14 "Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz."

Em Isaias 53:4-6 nos diz a Palavra: "Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados. Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. "Isto sim, isto é que nos basta, isto é graça!

A GRAÇA MANIFESTADA

Diante de todo esse empenho da parte de Deus, para manifestar a este mundo a sua graça, devemos nós agora, aceitá-la de coração, para sermos salvos da perdição eterna, e até mesmo por um sinal de gratidão pelo que ele fez por nós – temos livre escolha: aceitar o não, todavia, aceitar é a melhor opção.

O CONVITE À GRAÇA


Para isto Jesus mesmo faz o mais importante convite que este mundo já ouviu: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve." 

A lei ordena, mas a graça convida a todos. A lei separa o pecador, enquanto que a graça o aproxima. A lei foi para uma nação, mas graças é sem limite, a graça é para todas as nações. (Êx 20:19; Ef 2:13; Êx 19:3; Mt 28 19).

Neste ponto, Jesus, a graça de Deus manifestada a este mundo, escancara as portas a todos que quiserem. Ele chama os sobrecarregados que carregam o fardo do farisaísmo que ainda hoje impera, de um lado as novidades, os rudimentos fracos, que subestimam o sacrifício vicário de Cristo no Calvário, e do outro lado, as tradições loucas e que deturpam a genuína mensagem do Evangelho do Senhor – Evangelho que é o poder de Deus para todo aquele que crê. Vinde a mim, é um convite feito a todos – é o convite para vir a Jesus sem intermediários, é o convite para se livrar do jugo cruel do mundo e do pecado. É o convite que traz alívio, descanso, paz, e o preenchimento do vazio existente na alma do pecador, que nada mais além da graça pode preencher.

OUTRAS REFERÊNCIAS SOBRE A GRAÇA

"E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele." (Lucas 2:40). Nele estava o que o mundo mais precisava: da graça que libertaria o homem da escravidão da lei. "a graça de Deus estava sobre Ele." "E todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que saíam da sua boca, e diziam: Não é este o filho de José?" (Lucas 4:22). Não é para se estranhar que Suas palavras promoveria um impacto na sociedade, visto que, o assunto agora era outro, já não se falava mais em castigo, mas sim, na graça, no perdão, no amor ao próximo, em uma vida de quietude – o testemunho daqueles que foram enviados para apanha-lo em um ponto fraco voltaram pasmados dizendo como diz a Palavra em: João 7:46 "Responderam os servidores: Nunca homem algum falou assim como este homem – outra vez, não concordando Suas com palavras seus próprios discípulos foram saindo um a um e Jesus vendo aquela rejeição disse aos doze: Quereis vós também retirar-vos?" (João 6:67) - ao que Pedro reage: Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: "Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna." (João 6:68).

A GRAÇA SE DEFINE COMO

1) Favor que se dispensa ou se recebe. Favor que os homens não merecem, mas que Deus livremente lhes concede; 2) O amor de Deus que salva as pessoas e as conserva unidas com ele (Sl 90:17; Ef 2:5; Tt 2:11; 2Pe 3:18); 3) A soma das bênçãos que uma pessoa, sem merecer, recebe de Deus (Sl 84:11; Rm 6:1; Ef 2:7); 4) A influência sustentadora de Deus que permite que a pessoa salva continue fiel e firme na fé (Rm 5:17; 2Co 12:9; Hb 12:28); 5) Louvor; gratidão (Sl 147:7; Mt 11:25); 6) Boa vontade; aprovação; MERCÊ (Gn 6:8; Lc 1:30; 2:52); 7) Beleza (Pv 31:30); 8) Bondade (Zc 12:10); 9) "De graça" é "sem pagar" (Gn 29:15; Mt 10:8; 10) Ato de clemência do poder público (no Brasil, o executivo), que favorece individualmente um condenado em definitivo por crime comum ou por contravenção, extinguindo-lhe, reduzindo-lhe ou comutando-lhe a pena; mercê; anistia; clemência e indulto - (RA) Gênesis 18:3; 11) Graça é a dispensação da que tem o seu próprio nome: Dispensação da Graça, da Igreja e do Espírito Santo. Quando Jesus foi concebido no ventre de Maria, Deus se fez homem, ele não era em parte humano e em parte divino; era completamente humano e completamente divino (Cl 2:9). Antes de Cristo vir ao mundo, o povo conhecia a Deus parcialmente, depois da manifestação da graça, o povo pôde conhecer a plenitude de Deus, porque ele se tornou visível e tangível em Cristo, sua expressão perfeita na forma humana. Os dois erros mais comuns a respeito de Jesus são: minimizar a sua humanidade ou a sua divindade. Jesus é tanto Deus como homem. Simeão já idoso aguardava no Templo a manifestação da graças de Deus, e quando com ela, personalizada em Jesus lhe aparece, ele exclama: Agora, Senhor, podes despedir em paz o teu servo, segundo a tua palavra, pois já os meus olhos viram a tua salvação – assim é a manifestação da graça de Deus! (Lucas 2:25-34).

"E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." (João 1:14). "E todos nós recebemos também da sua plenitude, com graça sobre graça." (João 1:16). "Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo."  (João 1:17).

O EFEITO DA GRAÇA NA IGREJA PRIMITIVA

Contemplada pela graça, a Igreja Primitiva dividia seus bens e propriedades como resultado da repercussão promovida pela chegada da graça, e pelo convencimento do Espírito Santo que agia na vida de todos os cristãos de forma a compartilhar tudo sem ressentimento e restrições, pois tinham tudo em comum mediante as novidades que a graça lhes trazia. Este modo de viver e compartilhar era em tudo diferente do sistema comunista, considerando o seguinte: 1) o ato de compartilhar era voluntário; 2) não envolvia todas as propriedades privadas, apenas o necessário; 3) não era um requisito da comunidade para poder tornar-se um membro da Igreja; com isto os cristãos caiam na graça de todo povo, de modo a promover o crescimento da Igreja.

Com a estrutura organizada da Igreja Primitiva temos lições importantíssimas para administrar nossas vidas e nossos bens nos dias atuais e bem como a Igreja de Deus.  "E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça." (Atos 4:33).  "Detiveram-se, pois, muito tempo, falando ousadamente acerca do Senhor, o qual dava testemunho à palavra da sua graça, permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios." (Atos 14:3).

O NOVO CAMINHO PELA GRAÇA

Através da graça, temos um novo e vivo caminho, pelo qual temos livre acesso ao pai, em qualquer hora e em qualquer lugar, independendo também de posição social e circunstâncias. Temos uma porta aberta por Jesus que com efeito pagou na cruz o preço da nossa liberdade. Diante disto, cumpre-nos o dever de mantermos em santidade, com nossas vestimentas brancas, a fim de fazermos jus ao que nos propõe a inefável graça de Deus. Dela fazendo menção entre os homens, como disse o apóstolo Pedro: porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido. Dar testemunho da graça é dever de todos os que por ela foram alcançados. "Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência e o corpo lavado com água limpa, retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu." (Hebreus 10:19).

"Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também." Atos 15:11. "Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamo." (Romanos 5:2). "Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai de todos nós." (Romanos 4:16).
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus." (Efésios 2:8).

LEI, OBRA E GRAÇA

Tornamo-nos salvos pela graça, pelo favor não merecido que recebemos da parte de Deus, e não pelo resultado de qualquer esforço, capacidade, inteligência, ou qualquer outro ato praticado por nós. Todavia, como prova de gratidão por essa dádiva que de forma tão graciosa recebemos, devemos sim, ajudar o nosso próximo, amar a todos; sentir a dor que sente nossos irmãos, mas, nunca na intenção de que esta prática será suficiente para alcançarmos o céu. O propósito de Deus é que a graça produza em nós um coração manso, bondoso, e que ajudemos uns aos outros em suas necessidades – todavia, nossa salvação veio através da graça de Deus, mediante nossa fé nele. As boas obras é uma prática própria daqueles que foram alcançados pela graça – não sentirmos a dor do nosso semelhante e não ajudá-lo em suas necessidades e se o ajudarmos no caso de empréstimo de dinheiro o fazermos com usura (juro) evidencia que desconhecemos a graça de Deus. "Mas, se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça". (Romanos 11:6).

"Porque, se, pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça reinarão em vida por um só, Jesus Cristo". (Romanos 5:17). "Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida". (Romanos 5:18).
"Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça". (Romanos 5:20).

A LEI MATA, ENQUANTO QUE A GRAÇA VIVIFICA

(Romanos 7:9-10; João 10:10) "Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos"). (Efésios 2:5).
Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 6:23).
"E é evidente que, pela lei, ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé". (Gálatas 3:11). "Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé de Cristo e não pelas obras da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada". (Gálatas 2:16).
"Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê". (Romanos 10:4).


JUSTIFICAR (JUSTIFICAÇÃO)

1.Demonstrar ou provar a inocência de: Os depoimentos o justificavam; 2. Tornar justo; reabilitar; 3. Provar em juízo; 4. Legitimar, desculpar; 5. Dar razão a; fundamentar; 6. Demonstrar, provar; 7. Fazer passar do pecado à graça; 8. Provar a sua inocência ou a boa razão de seu procedimento. Enquanto a lei condena a todos, a graça a todos justifica (Is 64:6; Rm 5:5). Querendo ele passar à Acaia, o animaram os irmãos e escreveram aos discípulos que o recebessem; o qual, tendo chegado, aproveitou muito aos que pela graça criam. (Atos 18:27).

"O qual, quando chegou e viu a graça de Deus, se alegrou e exortou a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor". (Atos 11:23). "E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé, os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de Deus". (Atos 13:43).

A graça de Deus era uma novidade tão grande em face às durezas da lei que o povo preferia ficar junto dos discípulos para deles aprender e poder participar do bem que a graça lhes proporcionava, sendo primeiro, uma mudança de vida radical no modo de tratar uns aos outros, e segundo, o próprio linguajar dos convertidos, que era algo animador em todos os sentidos. O principal motivo da fala deles era Cristo o crucificado, e o consolo promovido pelo Espírito Santo. Em nada se podia equiparar o que era velho pelo novo (ver 1Coríntios 15:33).

Havia entre eles um quebrantamento de espírito; no interior da alma que era exteriorizado pela singeleza dos seus rostos. Os filactérios ditos em (Mateus 23:5) que mostravam sua fé no exterior, agora, eram tidos como exaltação, porque a graça, involuntariamente externava o que passava no íntimo dos seus corações.

"E dali navegaram para Antioquia, onde tinham sido recomendados à graça de Deus para a obra que já haviam cumprido". (Atos 14:26). "E Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu, encomendado pelos irmãos à graça de Deus". (Atos 15:40). Para aqueles que andavam mortos em delitos e pecados, agora santificados mediante a graça que haviam recebido no coração, não lhes havia motivo para parar omitindo a força propulsora que neles havia promovida pelo Espírito na Nova Aliança. "Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus". (Atos 20:24). Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai de todos nós. (Romanos 4:16).

A abnegação é o fator principal para credenciar o obreiro para a boa obra, porque dela é que procede o desprendimento das coisas materiais, e o sacrifício voluntário do que há de egoístico nos desejos e tendências naturais do homem, em proveito de uma pessoa, causa ou idéia. Este é o principal modelo exigido para o obreiros da Nova Aliança. (Mateus 16:24-26).

Paulo subestima todas as suas prerrogativas como cidadão de bem para realçar graça que o alcançou na estrada de Damasco, causando um impacto em sua vida de modo a fazer uma reviravolta tão radical que até seu nome que antes da conversão era chamado de Saulo após o episódio na Estrada de Damasco passou a ser chamado de Paulo!

"Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamos". (Romanos 5:2). "Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos". (Romanos 5:15).

"Porque, se, pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça reinarão em vida por um só, Jesus Cristo". (Romanos 5:17). "Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida". (Romanos 5:18)."Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça". (Romanos 5:20).

"Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor". (Romanos 5:21).
A lei fora estabelecida por Deus afim de reger um povo de coração duro e teimoso, todavia foi o meio de saída para aqueles que temiam a Deus e as determinações nela estatuída – era ela o manual para Moisés lidar com o povo. Enquanto esta falava em morte, a graça passou a propagar a vida, tanto que com a promulgação da lei cerca de três mil tombaram mortos (Êxodo 32:28). Enquanto que na primeira pregação do evangelho da graça aproximadamente três mil receberam a vida. (Atos 2:41).
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"Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça!" (Romanos 6:14).
"Pois quê? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum!" (Romanos 6:15).

O PECADO


"Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça!" (Romanos 6:14).
"Pois quê? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum!" (Romanos 6:15).


O pecado é a forma pela qual o homem vil desrespeita a Deus e somente a graça é que pode convencê-lo a sair dele, considerando as descrições abaixo:
Pecado: Falta de conformidade com a lei de Deus, em estado, disposição ou conduta. Para indicar isso, a Bíblia usa vários termos, tais como pecado (Sl 51:2; Rm 6:2), desobediência (Hb 2:2), transgressão (Sl 51:1; Hb 2:2), iniquidade (Sl 51:2; Mt 7:23), mal, maldade, malignidade (Pv 17:11; Rm 1:29), perversidade (RA Pv 6:14; At 3.26), rebelião, rebeldia (1Sm 15.23; Jr 14.7), engano (Sf 1.9; 2Ts 2.10), injustiça (Jr 22:13; Rm 1.18), erro, falta (Sl 19:12; Rm 1:27), impiedade (Pv 8:7; Rm 1.18), concupiscência (RA Is 57.5; 1Jo 2.16), depravidade, depravação (RA Ez 16:27,43,58). O pecado atinge toda a raça humana, a partir de Adão e Eva (Gn 3; Rm 5:12). O castigo do pecado é a morte física, espiritual e eterna (Rm 6:23). Da morte espiritual e eterna escapam aqueles que se chegam a Cristo, o Salvador (Rm 3:21-8.39). O pecado sem perdão é a incredulidade (Mt 12:31-32). Vindo a graça, temos nossos pecados lavados no sangue do Cordeiro de Deus, mediante nosso arrependimento, e isto não é por mérito, mas sim, é pela graça mesmo, todavia, se cometermos pecados, temos uma saída! Veja o que nos diz o discípulo do amor: - Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo. (1 João 2:1; Efésios 4:26. 1 Coríntios 15:34). Ainda em Salmos temos:

"Perturbai-vos e não pequeis; falai com o vosso coração sobre a vossa cama e calai-vos." (Selá). (Salmos 4:4). "E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo." (2 Coríntios 12:9).   "Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos"). (Efésios 2:5).

"Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita, e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro." (Gálatas 3:19).

"E é evidente que, pela lei, ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé." (Gálatas 3:11). "Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé de Cristo e não pelas obras da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada." (Gálatas 2:16).  "Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê." (Romanos 10:4).

"Porquanto, o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne." (Romanos 8:3).

"Sempre dou graças ao meu Deus por vós pela graça de Deus que vos foi dada em Jesus Cristo." 1 Coríntios 1:4. "Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele." (1 Coríntios 3:10).

"Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus, que está comigo." (1 Coríntios 15:10).

"Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo e maiormente convosco." (2 Coríntios 1:12). "E nós, cooperando também com ele, vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão." 2 Coríntios 6:1. "Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia." (2 Coríntios 8:1). "E pela sua oração por vós, tendo de vós saudades, por causa da excelente graça de Deus que em vós há." (2 Coríntios 9:14). "Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde." (Gálatas 2:21).  "De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados." (Gálatas 3:24).

"Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;  para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito." Gálatas 3:13-14).  "E é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus, que para convosco me foi dada." (Efésios 3:2).

"Do qual fui feito ministro, pelo dom da graça de Deus, que me foi dado segundo a operação do." (Efésios 3:7). "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus." (Efésios 2:8).

"Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus, que para convosco me foi dada." (Efésios 3:2). "Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros, segundo a esperança da vida eterna." (Tito 3:7).

Além da justificação dos nossos pecados, bem como da salvação a nós dispensada, com a chegada da graça de Deus na vida do pecador,  sofre uma transformação radical em tudo quanto envolve a sua vida. Inclusive, ele nasce de novo! Esse assunto aconteceu no encontro de Jesus com Nicodemos: Quando Jesus lhe disse que era necessário nascer de novo, Nicodemos, retrucou: Como pode ser isso? Como pode um homem sendo velho nacer de novo? (João 3:1-13).

Aquelas pragas que até então o afligia desaparecem rapidamente – sendo essas: o cobreiro, a tosse de coqueluche, a espinhela caída, o mal simioto, o quebrante, o sarampo, o Pediculus humanus, a sarna, as benzeções, o quebrante, as obrigações de queimações de velas, as impigens, a obseção por fumo em forma de cigarro e tabaco, álcool e seus derivados, as exaquecas, o medo de macumba – esse medo qualifica o indivíduo como macumbeiro também, a mesquinhez, a sexualidade promíscua, enfim todas as pestilências. Todas essas desgraças são lavadas e as manchas por mais indeléveis que sejam, são todos removidas com a lavagem o precioso sangue do Cordeiro.

CONCLUSÃO


Tentei neste artigo, sob a inspiração do Santo Espírito de Deus descrever a graça de Deus, todavia, este é um assunto que surpreende, tão logo comecemos a perscrutar sobre ele, por se tratar de algo tão vasto que a mente humana se torna impotente, face a sua vastidão.  Apesar de Deus desde o princípio da criação haver manifestado de várias maneiras sua graça, de forma a alcançar todos aqueles que deram crédito aos que dela falaram, como seus emissários. Entretanto, a forma pela qual Deus manifestou a sua graça através de Jesus Cristo, nosso Senhor, foi a mais expressiva, a ponto de alcançar a todos, tornando em certo sentido incompreensível ao entendimento humano.

Neste ponto, diante das minhas limitações, o que propus, escrevi, na intenção de coadjuvar com quem sobre este assunto pretender pesquisar.

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Volta Redonda, RJ, 15 de Agosto de 2010
Pastor Jorge Albertacci

Atualmente Jubilado da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Volta Redonda – Rio de Janeiro

BIBLIOGRAFIA

SBB - Bíblia Sagrada - RC 1995;
SBB – NTLH;
CPAD - Bíblia de Estudo Aplicação Pessoa – RC;
CPAD - Estudos da Palavra - EMILIO CONDE - Edição de 1979;
IMPRENSA METODISTA/SP - Pequena Enciclopédia - Orlando S. Boyer - 4ª Edição 1970;
CPAD - A Mensagem do Antigo Testamento - Mark Dever;
CPAD - Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - R. N. Champlin, Ph. D - Volume 5;
VIDA NOVA - O Novo Dicionário da Bíblia - J. D. Douglas;
EDITORA POSITIVO - Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa - Nova Ortografia -Aurélio Buarque de Olanda.
 
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